sexta-feira, novembro 21, 2008

She who is constantly walking away

Olá. É ridículo! É ridículo pedir por mais atenção. Estou cansado, muito cansado, hoje é sexta de noite e quero sair de casa, alguém me venha buscar mas ninguém vem porque ninguém quer ter uma companhia chata hoje de noite. Quero reclamar, quero mandar foder alguém, quero dar porrada, quero-te mostrar que és injusta, que nunca falas comigo, que não vens ter comigo, que só falo contigo se te puxar para um canto ou então é conversa de ocasião e que nunca seremos amigos. Nunca. Nunca. Porquê nunca? Apenas nunca, não fui eu que assim escolhi. Nunca.
Blood of the Black Owl, ouço isto a pensar na tua maneira de sorrir enquanto um gajo está a gritar estranhamente e parece que estou no meio da floresta...está a ficar escuro...e vou andando...sem sentido pelos vistos...vagueio pela imensidão, não acaba o percurso...acendo a lanterna...continuo vagueando...não sei o que estou à procura...mas falta-me isso para dar sentido à viagem...se calhar estou à tua procura mas não estás lá, já fugiste...as usual. Quero deixar de saber gostar. O que será melhor? Sofrer ou sentir-me miserável? Gostar de alguém a quem sou indiferente ou simplesmente não gostar? Bolo de chocolate ou Pepsi? Tu...minha mais que tudo ou na mesma...tu? Vai ser difícil mas vou ter de ficar indiferente a tudo senão quem se lixa sou eu...porque tu...continuas a tua vida...eu neste momento...não. SOGB